Etiene Medeiros volta a nadar bem e avança nos 100m livre: "Saiu um peso"
Pernambucana se recupera da eliminação nos 100m costas e vai às semifinais da prova mais nobre da natação
Principal nome da natação feminina do Brasil atualmente, Etiene Medeiros voltou a nadar bem. Após desempenho decepcionante nos 100m costas, sua primeira prova individual na Rio 2016, a pernambucana se recuperou na eliminatória dos 100m livre na tarde desta quarta-feira, no Estádio Aquático Olímpico. Com o tempo de 54s38, ficou perto do seu melhor da carreira e avançou às semifinais da prova na 14ª colocação. A busca da brasileira por vaga na decisão está marcada para logo mais à noite, a partir das 22h (de Brasília).
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Nadando na quarta série eliminatória, Etiene entrou muito forte e chegou a liderar os primeiros 25 metros da prova. Perdeu um pouco de ritmo na virada, mas se recuperou na reta final para bater em terceiro na bateria. A marca de 54s38 foi apenas 12 centésimos mais alta que o melhor tempo da pernambucana na prova: 54s26, anotado em 2015.
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- Os 100m livre é uma prova que a cada dia estou descobrindo coisas novas nela. Foi um gostinho diferente. Quando cheguei na prova e ouvi todo mundo gritando, pensei: "será que ganhei a série?" Sai um peso. Consegui consertar algumas coisas dos 100m costas. Me concentrei mais e deu certo. Agora é descansar, relaxar, para nadar bem também na semifinal - afirmou Etiene ao fim da prova.

A outra brasileira nos 100m livre, Larissa Oliveira, não conseguiu nadar tão bem e ficou em 21º, fora do grupo de 16 que avançou às semifinais. A marca de 54s72 foi 69 centésimos mais alta que o melhor da carreira de Larissa, que quebro o recorde sul-americano da prova em abril deste ano (54s03). A liderança da eliminatória foi da atual recordista mundial, Cate Campbell, da Austrália, que estabeleceu novo recorde olímpico com 52s78.


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Recorde sul-americano no 4x200 m livre
As quatro integrantes do revezamento 4x200m livre tiveram uma mistura de sentimentos na última prova da tarde. Jéssica Cavalheiro, Manuella Lyrio, Larissa Oliveira e Gabrielle Roncatto não conseguiram a classificação para a final. O quarteto fez 7m55s68 e terminou na 11ª colocação. No entanto, puderam festejar a quebra do recorde sul-americano da prova.
- A gente fez o melhor tempo que a gente conseguia hoje. Lógico que a gente queria estar na final. Se fizesse o melhor tempo de todas, a gente estaria na final. Mas foi positivo bater o recorde sul-americano, fazer o melhor tempo que a gente já tinha feito com as quatro juntas. Então, a gente tem que ficar satisfeita - avaliou Manuella Lyrio.
