Amordaçadas, mulheres protestam na Paulista contra violência
Elas reivindicam o funcionamento ininterrupto de delegacias especializadas
Ativistas dos grupos Minha Sampa e Mulheres Mobilizadas protestaram na tarde deste domingo (7), na Avenida Paulista, em São Paulo, pelo fim da violência contra as mulheres. O ato lembra os dez anos da Lei Maria da Penha, completados neste dia.
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Com maquiagem que simulava hematomas no rosto e nos braços, o grupo de mulheres caminhou pela avenida com a boca amordaçada.
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As manifestantes pediam que as Delegacias de Defesa da Mulher (DDM), unidades da Polícia Civil especializadas em atender mulheres vítimas de violência, passassem a funcionar ininterruptamente, 24 horas por dia.
Em nota publicada em seu site, a Secretaria da Segurança Pública informa que "em breve, após a formatura de novos policiais que ocorrerá neste mês, a 1ª DDM (que funciona na Sé, no Centro) passará a funcionar 24 horas por dia, nos sete dias da semana".


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A pasta acrescenta que o estado possui 132 DDMs (o que corresponde a 36% das 368 delegacias do tipo existentes em todo o país). "Entretanto, é importante lembrar que todas as delegacias do estado de São Paulo são capacitadas para receber e podem registrar casos de violência contra a mulher, pois todos os policiais são preparados para esse atendimento", acrescenta o comunicado
