PF prende em Alagoas piloto suspeito de integrar quadrilha de contrabando
Segundo a polícia, ele transportava mercadorias contrabandeadas em monomotores
Um piloto de aeronaves do Paraná e que trabalha em Alagoas se apresentou, nessa quinta-feira (16), na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Alagoas. Ele estava sendo procurado por equipes federais por ser apontado como um dos envolvidos numa quadrilha especializada em contrabando e associação criminosa que transportava mercadorias ilegais em monomotores.
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Segundo a assessoria de imprensa da PF em Alagoas, o suspeito tem mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pela Justiça do Paraná, e vai ficar preso, momentaneamente, na carceragem em Maceió até ordem de transferência judicial.
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Equipes da Polícia Federal fizeram diligências no começo da manhã dessa quinta-feira (16), nas dependências de um edifício localizado no bairro de Ponta Verde, na orla de Maceió. Eles cumpriam ordem judicial, mas não encontraram nada relativo ao suspeito.
Na verdade, uma operação foi deflagrada no Paraná, também nessa quinta-feira, para tentar desarticular o bando que seria responsável por contrabando internacional de mercadorias e com atuação em diversos estados da Federação. Segundo a investigação, a quadrilha movimentaria, com o comércio ilícito, cerca de R$ 3 milhões por ano.


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Ao todo, 360 policiais federais participaram da ação para cumprir mais de 130 mandados, um deles de prisão preventiva em Alagoas, justamente em desfavor deste piloto.
O delegado executivo da Polícia Federal no estado, André Santos Costa, explicou que o piloto mora no Paraná, mas está a serviço em Alagoas há cerca de um mês. Ele teria se envolvido no caso de um monomotor que foi alvo de disparos por um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) em outubro do ano passado. O piloto não teria obedecido o comando para parar e não tinha plano de voo, por isso foi atingido por tiros.
Ainda conforme o delegado, no dia em que fato aconteceu, o suspeito estava com o pai e o irmão, que foram presos pela PF nessa quinta. Eles seriam responsáveis por transportar mercadorias contrabandeadas nas aeronaves.
