Congresso deve derrubar veto de Dilma que proíbe anistia de militares em AL
Deputados e senadores estão reunidos para discutir a ampliação da meta fiscal para 2016
Os deputados federais e senadores devem derrubar, na sessão que teve início na manhã desta terça-feira (24) e não tem hora para acabar, o veto 56 de 2015 da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) que impede a anistia os militares punidos por terem participado de movimentos reivindicatórios. Os policiais militares e bombeiros do estado de Alagoas, Amazonas, Pará, Acre, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Paraíba devem ser beneficiados com a medida.
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Os parlamentares se reuniram no Congresso Nacional nesta terça-feira para discutir, analisar e votar pela ampliação da nova meta fiscal para este ano, que subiu dos R$ 90 bilhões apresentados pela equipe econômica da presidente afastada para um rombo de R$ 170,5 bilhões, anunciado na última semana pela equipe econômica do presidente interino Michel Temer (PMDB).
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Em seu argumento, a presidente justificou o veto total (VET 56/2015) ao projeto por ser contrário ao interesse público. A proposta ampliava o direito de anistia aos policiais e bombeiros militares que deflagraram movimentos de greve no país em meados de 2014. Os militares reivindicavam melhores salários.
Na justificativa para o veto, a presidente se respaldou em parecer do Ministério da Justiça segundo o qual o "projeto ampliaria o lapso temporal e territorial de anistia concedida pela Lei 12.505/2011, já ampliada pela Lei 12.848, passando a abranger.


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