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Temer chega ao Congresso para entregar projeto de revisão da meta

Governo revisou estimativa de rombo de R$ 96,6 bi para R$ 170,5 bi. Presidente em exercício foi acompanhado dos ministros da área econômica

O presidente em exercício Michel Temer foi ao Congresso nesta segunda-feira (23) para entregar ao presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a proposta de revisão da meta fiscal prevista para este ano.

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O ministro do Planejamento, Romero Jucá , também foi ao Congresso para a reunião com Renan. Nesta segunda, o jornal "Folha de S.Paulo" divulgou trechos de um diálogo entre Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, no qual sugere um "pacto" para tentar barrar a Operação Lava Jato. Estiveram no Senado, ainda, os ministros, Henrique Meirelles (Fazenda), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil).

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Inicialmente, o Congresso votaria a proposta que havia sido enviada pelo governo da presidente afastada Dilma Rousseff, com previsão de R$ 96,6 bilhões de déficit. Na última sexta (20), contudo, a nova equipe econômica do governo apresentou uma outra projeção, prevendo que o rombo nas contas públicas pode chegar a R$ 170,5 bilhões.

Segundo disse Renan Calheiros na semana passada, o plenário do Congresso será pautado nesta terça (24) para votar a nova meta apresentada pelo Executivo.

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Se deputados e senadores não aprovarem a nova projeção, o governo terá de cumprir a meta enviada por Dilma, com previsão de superávit de R$ 24 bilhões. Na prática, em meio a um momento de crise econômica e diante de um cenário em que o governo deve gastar mais do que arrecadar, isso pode paralisar o governo.

Medidas

Para esta terça, está previsto no Palácio do Planalto um anúncio, pelo presidente em exercício, de novas medidas econômicas que o governo julga necessárias para o país retomar o crescimento e reduzir o déficit nas contas públicas.

Os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Romero Jucá (Planejamento), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) deverão acompanhá-lo.

Jucá

Desde cedo, o meio político na capital federal está conturbado em razão de uma gravação do ministro Romero Jucá, divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo", na qual o integrante da equipe econômica conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e sugere um "pacto" para barrar a Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção que atuou na Petrobras.

Ao chegar ao Senado, Jucá foi perguntado se cotinua no cargo. "Calma, vocês estão muito apressados", respondeu o peemedebista.

Alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal que investigam a participação de políticos no esquema, Jucá chegou a se reunir com Michel Temer pela manhã no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-presidência, e, em seguida, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa na sede do Ministério do Planejamento.

Em sua declaração em entrevista coletiva nesta segunda, mais cedo, Jucá disse que "não deve nada a ninguém", não tem "nada a temer" e, se tivesse "medo", não teria assumido a presidência do PMDB.

O conteúdo da gravação gerou repercussão entre parlamentares em Brasília. Enquanto o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), cobrou explicações de Jucá, o líder do PT na Casa, Afonso Florence (BA), avaliou que o conteúdo da gravação "não surpreende" porque a "dimensão conspirativa do golpe era nítida".

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