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Suposto achado de cidade maia por jovem é questionado por especialistas

Garoto encontrou formas geométricas na selva mexicana e concluiu serem de cidade maia; cientistas dizem que lá não há sítio arqueológico

Após a enorme repercussão internacional, especialistas estão questionando o anúncio da descoberta de uma cidade maia por um garoto canadense de 15 anos.

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Segundo reportagem da imprensa local, William Gadoury sobrepôs 22 constelações que encontrou no Códice Maia de Madri, um conjunto antigo de escritos, e descobriu que as posições das estrelas correspondiam à localização das antigas cidades daquela civilização.

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William identificou 117 estrelas correspondentes a povoados maias e então reparou que havia um astro para o qual não havia cidade identificada. Ao analisar imagens de satélite da posição correspondente, descobriu ali estruturas com formas geométricas, o que concluiu serem uma pirâmide e outros trinta edifícios. "Há itens suficientes que sugerem se tratar de uma estrutura feita pelo homem", disse ao jornal britânico "Independent" o pesquisador da agência espacial canadense Daniel De Lisle.

Mas, após a história rodar o mundo, começaram a surgir especialistas que duvidam das conclusões de Gadoury. A primeira questão é que não haveria um registro exato de quais seriam as constelações maias. Susan Milbrath, curadora Museu de História Natural da Flórida, acrescentou, em e-mail enviado à revista "Wired" que, no seu auge, a civilização maia ocupou tão densamente a Península de Iucatã que ela ficou praticamente inteira tomada, ou seja, seria possível achar vestígios dela em qualquer lugar, dando a impressão de que está batendo com o desenho das estrelas.

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Mas então o que seriam as formas geométricas encontradas pelo adolescente no meio da selva mexicana? Thomas Garrison, antropólogo da Universidade da Califórnia, acredita que se trata de uma plantação abandonada 10 ou 15 anos atrás, do tipo conhecida naquela região como "milpa". "Isso é óbvio para qualquer um que tenha passando um tempo nas planícies maias", aponta.

O "Washington Post" recebeu uma mensagem de um arqueólogo da Universidade da Califórnia, Geoffrey Braswell, que afirma ter estado nos lugares apontados pelo menino canadense. Ele diz que uma das formas retangulares é um campo onde se planta -- ou se plantava -- maconha. Outra forma retangular seria um pântano seco. Ele afirma que não há sítios arqueológicos maias relevantes na região, mas sim restos da ocupação espanhola colonial, já que a área teria sido um importante caminho de ligação entre México e Guatemala. Entre essas estruturas haveria restos de uma igreja muito antiga.

Mesmo tendo sua pesquisa questionada, nenhum pesquisador levantou dúvidas sobre a boa intenção de William. Pelo contrário, sua curiosidade e esforço foram elogiados. Braswell até disse ao "Washington Post" que espera que o rapaz tente ingressar em sua universidade.

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