Reunião com secretária vai definir se Educação entra em greve, diz sindicato
Servidores municipais podem se unir a outras categorias que já aderiram à paralisação
Os servidores da Educação do Município de Maceió decidem, amanhã, se entram em greve já na próxima semana, unindo-se a outras categorias que já aderiram à paralisação desde o dia 22 de fevereiro. Tudo vai depender de uma reunião que ocorrerá nesta quarta-feira (16) com a secretária Ana Dayse Dórea.
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Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo, a reunião com a gestora acontece às 10h30, quando a categoria buscará estreitar o diálogo com a Prefeitura. A partir do resultado do encontro, o sindicato fará uma assembleia para definir os rumos do movimento.
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"Vamos conversar com a secretária e apresentar, mais uma vez, nossa pauta reivindicatória. Os itens envolvem reajuste salarial de 11,36%, progressões por titularidade e tempo de serviço, além de melhoria na estrutura física de boa parte das escolas", disse Consuelo.
Forte adesão


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Questionada sobre a paralisação de 72 horas iniciada nesta terça, a presidente fez um diagnóstico positivo do primeiro dia ao lembrar que esteve no Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada (Cepa), onde constatou que todas as escolas estavam fechadas. Segundo ela, outras unidades de ensino também fecharam as portas. A exceção ficou por conta daquelas que contam com monitores.
No âmbito da educação estadual, a entrega da pauta ao secretário Luciano Barbosa ainda será oficializada no final da tarde de hoje. Amanhã, às 9h, haverá uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Paralelamente, os servidores farão também um ato público na Praça Deodoro, em frente à Corte. Já na quinta-feira (17), o sindicato vai à Arapiraca para outro ato público.
"Esta paralisação está sendo bem aproveitada porque é um alerta que fazemos ao Estado e ao Município, já que nossos pleitos precisam ser atendidos. Reconhecemos algumas conquistas, mas ainda faltam outras demandas. As leis não podem ficar só no papel, e precisamos ir às ruas para garantir os nossos direitos", reforçou Maria Consuelo.
