Paralisação dos servidores da Educação fecha escolas durante 72 horas
Trabalhadores em Educação realizam ato no Centro e vão entregar uma pauta de reivindicações ao secretário Luciano Barbosa
As escolas da rede básica devem fechar as portas pelas próximas 72 horas com a paralisação dos servidores da Educação. O ato faz parte de uma agenda nacional e, no Estado, as lideranças do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteal) vão entregar uma pauta de reivindicações ao secretário Luciano Barbosa (PMDB).
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Segundo a presidente do Sinteal, Consuelo Correia, o documento traz as demandas da categoria, como implantação do piso salarial, repúdio à contratação de Organizações Sociais (Oss), melhores condições de trabalho e a reivindicação de que sejam chamados os concursados da reserva técnica.
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Na rede estadual, os trabalhadores destacam ainda a retomada do programa de formação para funcionários de escola e a manutenção de metas do Plano Estadual de Educação (PEE), vetadas pelo governador Renan Filho. "A pauta traz todas as nossas bandeiras, algumas pendentes desde o ano passado", diz.
Além de protocolar o documento, os professores também realizam um ato no Calçadão do Comércio. Já na terça-feira, o ato acontece na porta do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), na Praça Deodoro, e, na quarta, na cidade de Arapiraca, na antiga praça da Prefeitura Municipal.


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A presidente do Sinteal destaca que a paralisação atinge as escolas das redes estadual e municipal, mas algumas unidades podem abrir a porta por funcionarem com monitores. "A direção convocou esses monitores e, como eles não são do quadro, pode ser que essas escolas funcionem", acrescenta Consuelo.
