Família de Naná Vasconcelos pede corrente de orações
Músico está internado no Hospital Unimed III desde o último dia 29
A família de Naná Vasconcelos, de 71 anos, pediu para amigos e fãs realizarem uma corrente de orações pela recuperação do músico. O percussionista foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed III, no último sábado (5), por complicações de um câncer de pulmão descoberto no ano passado.
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A esposa do músico, Patrícia Vasconcelos, disse, nesta segunda-feira (7), que o estado de saúde de Naná é grave. No ano passado, o artista passou mais de 20 dias no mesmo hospital, após descobrir a doença.
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No domingo (6), Naná recebeu a visita do maestro Gil Jardim. Os dois são antigos parceiros musicais.
Segundo Patrícia, Naná passou mal após um show realizado em Salvador, na Bahia, no domingo passado (28), com o violoncelista Lui Coimbra. Ao retornar ao Recife, foi internado. De acordo com boletim médico, divulgado na tarde deste domingo (6), ele apresentou infecção respiratória e arritmia cardíaca, além de uma progressão do câncer de pulmão. Segundo a assessoria de imprensa da unidade de saúde, o quadro do percussionista é extremamente grave e inspira cuidados.


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Em 2015, Naná também passou mal antes de um show, mas achou que não era nada demais e seguiu com a agenda. No Recife, após uma bateria de exames, foi constatado o câncer. "Pegou todos de surpresa porque ele havia feito um raio-X do pulmão no ano passado e uma revisão geral há dois meses e nada foi encontrado. Foi tudo muito rápido, um susto", declarou a esposa à época.
Ao ser liberado, pouco mais de 20 dias depois, o músico falou sobre o desafio de enfrentar a doença. "Eu tenho essa situação, e tenho que enfrentar com força, pensamento positivo. E vou enfrentar com o pensamento de que eu vou chegar lá", disse no ano passado. Naná prosseguiu, então, com o tratamento, que incluiu sessões de quimioterapia e de radioterapia, por 40 dias, no ambulatório.
Apesar da doença, Naná participou da abertura do Carnaval 2016 do Recife no Marco Zero este ano na companhia de seus 400 batuqueiros. O percussionista dividiu o palco com o Clube Carnavalesco Misto Pão Duro, grupo centenário homenageado no carnaval do Recife, com o Maracatu Nação Porto Rico, também homenageado, e com Lenine e com a cantora Sara Tavares, de Cabo Verde.
