Exame confirma que criança foi estuprada; polícia faz buscas pelo pai
Edivaldo Gomes da Silva é suspeito de abusar da própria filha, de apenas 12 anos de idade, no Vergel do Lago, em Maceió
O Conselho Tutelar da 2ª Região confirmou à
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Gazetaweb
Leia também
, na tarde desta quinta-feira (03), a suspeita de que uma criança de 12 anos havia sido estuprada na região do Vergel do Lago. O abuso sexual foi confirmado por meio de exame de conjunção carnal. O pai da menor e suspeito do crime, Edivaldo Gomes da Silva, de 32 anos, segue sendo procurado pela polícia.
De acordo com a conselheira tutelar Ruth Moura, o médico responsável pelo procedimento na vítima disse ao Conselho Tutelar que o resultado do exame foi positivo para estupro. Ou seja, o especialista constatou a ruptura do hímen, depois de a menor admitir que teve a primeira relação sexual com o pai ainda em novembro.


Motorista de aplicativo é preso por tentar estuprar jovem

Polícia descarta ação de serial killer em São Paulo

Menino reza durante assalto à adega da família em São Paulo

Polícia investiga morte de jovem na Serraria em Maceió
"Neste caso, tem-se a comprovação do crime de estupro de vulnerável. Além disso, a ultrassom confirmou a gravidez. Amanhã [sexta-feira, 04], vamos pedir o resultado do exame na íntegra. E seguimos aguardando alguma novidade por parte da Polícia Civil, que investiga o caso", disse a conselheira.
Investigações
A delegada Adriana Gusmão Moreira instaurou, nessa quarta (02), inquérito para apurar supostos abusos sexuais cometidos contra a menina, que mora na Favela Mundaú, no bairro Vergel do Lago, em Maceió. Denúncia anônima feita ao Conselho Tutelar dá conta de que a criança está, de fato, grávida do pai biológico.
Ao Conselho Tutelar, a menina relatou que era abusada enquanto permanecia sozinha em casa, pois, a mãe trabalha como catadora de sururu, vendendo-o no Dique Estrada. Segundo ela, os atos eram cometidos com certa frequência e sem qualquer tipo de ameaça por parte do suspeito.
"A garota dizia que o pai somente fazia um sinal com o dedo à boca (pedindo silêncio), para que ela não revelasse a prática. A vítima, por ser uma criança, ainda não tem noção da gravidade do caso, já que foi orientada pelo agressor a nada revelar, como se os atos fossem algo natural", analisou a conselheira tutelar.
