Bombeiros atenderam 1.001 casos de queimadas e incêndios este ano em AL
A maior parte das ocorrências diz respeito a fogo em vegetação, representando 85% do total
Todo ano é o problema
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se repete. O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) atendeu 1.001 casos de
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vegetação (representa 85% do total de atendimentos), de acordo com
a assessoria de imprensa da corporação.
Quando mais se aproxima
a estação mais quente do ano, é cada vez maior os chamados da
população para queimadas e incêndios, sobretudo em vegetação,
tanto nas proximidades da área urbana quanto na zona rural dos
municípios. Na última quinta-feira à noite, uma queimada em área
de canavial em São Luiz do Quitunde assustou condutores que passavam
pela rodovia. As chamas e a densa fumaça já estavam invadindo a
pista.
A maior parte dos casos
deste tipo acontece, segundo o Corpo de Bombeiros, devido à
negligência por parte da população, ou seja, por causa humana.
Como exemplos da imprudência, moradores de áreas rurais resolvem
limpar os terrenos e atear fogo nos entulhos. Nem sempre conseguem
evitar que fogo atinja grandes proporções e se alastre para regiões
mais próximas.
O lixo acumulado, o
lançamento de pontas de cigarro em áreas de vegetação seca,
aliados ao clima quente e seco deste período e a falta de chuvas
nesta época do ano, são outros fatores que podem causar estes focos
de incêndios e queimadas. De setembro, quando inicia a primavera,
até o fim do verão, em meados de março/abril, a quantidade de
ocorrências aumenta bastante.

O Corpo de Bombeiros também registrou incêndios em estabelecimentos comerciais e residenciais este ano, mas em número bem menor. O grande destaque ficou para os registros no centro de Maceió. Nos últimos meses, quatro incêndios de maior proporção destruíram lojas do calçadão. Por sorte, ninguém se feriu, já que os casos aconteceram após o expediente. Perícias foram feitas nestes locais e, inicialmente, suspeita-se que curto-circuito tenha provocado os incidentes.
Para o combate às queimadas em vegetação, o Corpo de Bombeiros informa que utiliza, inicialmente, abafadores, dependendo da proporção da ocorrência. No geral, o combate é feito com uso de água mesmo. A corporação alerta à população que seja vigilante para evitar os focos e, se algum dele surgir, não tentar controlá-lo por conta própria.
