Ônibus escolar invade estabelecimento comercial no Farol
O motorista, Cícero Correia da Silva, foi levado para o HGE, onde fez o exame do bafômetro
Um ônibus escolar desgovernado invadiu um estabelecimento comercial na tarde deste domingo (6), no conjunto Jardim Acássia, no bairro do Farol, em Maceió. Segundo a polícia, o motorista, identificado como Cícero Correia da Silva, estaria embriagado e teria perdido o controle do veículo, provocando o acidente.
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e, com sinais de embriaguez, o homem teria quebrado equipamentos dentro da ambulância. Ele foi levado para o Hospital Geral do Estado (HGE) na companhia de dois policiais para receber os cuidados médicos e fazer o exame do bafômetro.
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Contido por populares e moradores da região, Cícero Correia teve ferimentos leves na região dos braços e das pernas e, fora ele, ninguém mais ficou ferido. O estabelecimento, que comercializa produtos rurais, estava fechado na hora em que o ônibus quebrou o muro.
O veículo, plotado com um adesivo da Cooperativa dos Proprietários Autônomos de Ônibus, Microônibus, Vans e Automóveis Rodoviários, Turismo, Urbano e Transporte Escolar do (Coopebus), faz transporte escolar de alunos do bairro do Canaã para o Cepa. Ele seguia apenas com o motorista.


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A proprietária da loja impactada, Tânia Toledo, contou que foi avisada do acidente pela empresa de segurança particular contratada por ela. "Eles ligaram avisando que um ônibus tinha atingido a loja e deixei tudo para vir aqui. Estávamos num dia de lazer e acontece isso", disse.
Ela destacou que o estabelecimento não possui seguro e que ainda não pode calcular os prejuízos causados. Segundo a nora dela, Fernanda Voss, na área atingida funciona um depósito de alimentos e materiais de buffet, além de estarem instalados freezers e botijões de gás.
"Agora vamos ver como vai ficar a questão do ressarcimento. Temos funcionários que dependem disso, além de duas famílias que vivem desse negócio", expôs ela, acrescentando que o prédio é próprio.
Presente no local, o pai de Cícero, José Correia da Silva, afirmou que o filho não ingeriu bebida alcoólica. "Fomos ao mercado mais cedo e depois não sei o que ele foi fazer, mas não bebeu, não. Ele veio abastecer no posto que fica aqui perto, mas no trânsito acontecem mesmo essas coisas", disse.
Além do Samu, a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e o 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM) também estiveram no local.

