Suspeita de ataque jurou lealdade ao EI no Facebook, dizem investigadores
Ataque em San Bernardino deixou 14 mortos na última quarta-feira (2); até o momento, a motivação é desconhecida
O tiroteio na quarta-feira (2) em San Bernardino, na Califórnia, que deixou 14 mortos e 21 feridos no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento", é o mais mortal nos últimos três anos nos Estados Unidos.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Investigadores ouvidos pela imprensa americana acreditam que a mulher que participou do tiroteio na Califórnia, Tashfeen Malik, publicou no Facebook uma mensagem em que disse ser leal ao líder do grupo Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.
Leia também
Um funcionário americano de alto escalão próximo à investigação disse que Malik utilizou uma conta com outro nome no Facebook. Os funcionários não explicaram como chegaram à conclusão de que Malik era a autora da publicação, afirma a rede CNN.
O jornal "New York Times" complementa que não há evidência de que ela tenha sido comandada pelo grupo terrorista, segundo as fontes que não quiseram se identificar porque a investigação está em andamento.


Prisão de influenciador vira munição em disputa entre JHC e Paulo Dantas

PL de AL aposta em ex-vereador para liderar juventude do partido

Inauguração de avenida em Arapiraca mobiliza lideranças e sinaliza articulação política

Antigos rivais, Sérgio Lira e Marcos Madeira se juntam em apoio a JHC
A agência de notícias Reuters informa, de acordo com duas fontes paquistanesas, que Malik é da província do Punjab, no Paquistão, e se mudou para a Arábia Saudita há 25 anos, mas voltou para a sua casa há 5 ou 6 anos para concluir os estudos para se tornar farmacêutica. Além disso, a agência diz que um membro da família da suspeita foi contactado pelo serviço de inteligência do Paquistão como parte das investigações sobre o tiroteio na Califórnia.

Ainda segundo a Reuters, Tashfeen e Farook passaram algum tempo destruindo discos rígidos de computadores e outros aparelhos eletrônicos antes de lançarem o ataque de quarta-feira, de acordo com uma fonte do governo dos EUA.
Os investigadores também apuram um relato de que Farook havia se envolvido em uma discussão com um colega de trabalho que denunciou os "perigos inerentes do Islã", disse uma fonte do governo norte-americano.
14 mortos
O tiroteio na quarta-feira (2) em San Bernardino, na Califórnia, que deixou 14 mortos e 21 feridos no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento", é o mais mortal nos últimos três anos nos Estados Unidos.
Syed Farook, de 28 anos, e sua mulher, Tashfeen Malik, de 27, são acusados pelo ataque. Os dois morreram baleados ao fugirem da polícia. Na casa deles foram encontrados 12 artefatos explosivos e cerca de 5 mil projéteis para fuzil de assalto. As autoridades ainda não sabem o que motivou o casal, e terrorismo não está descartado.
