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PCC impõe “internação compulsória” a usuário de drogas da Cracolândia

Dependente químico suspeito de furto foi julgado pelo “tribunal do crime” e condenado à morte


				
					PCC impõe “internação compulsória” a usuário de drogas da Cracolândia
Dependente químico suspeito de furto foi julgado pelo “tribunal do crime”. William Cardoso/Metrópoles

São Paulo — Após decretar a morte de um usuário de drogas durante um julgamento do “tribunal do crime” em São Paulo, o Primeiro Comando da Capital (PCC) cedeu ao apelo de uma advogada e aplicou uma “pena alternativa” de internação compulsória ao “réu”.

O dependente químico, que atualmente tem 25 anos, foi condenado em dezembro de 2022 pelo PCC por um suposto furto cometido na região da Cracolândia, no centro da capital paulista, área dominada pela facção. A prática desse tipo de delito é proibida pelo crime organizado porque atrai possíveis ações policiais e coloca em risco sua principal fonte de renda, que é o tráfico de drogas.

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O usuário “sentenciado” tinha recaído no uso de crack após sair de uma clínica de reabilitação, na Grande São Paulo, sob o compromisso de passar o Natal com familiares. O rapaz, no entanto, saiu de Itapecerica da Serra e foi direto para a Cracolândia. Lá, teria voltado a consumir drogas e praticou o furto para custear o vício.

O crime, considerado leve pela legislação penal brasileira, é punido com severidade pelo PCC, especialmente por ter sido praticado em área estratégica, a Cracolândia, onde a desobediências às regras da facção pode custar a vida do infrator.

Remoção ou morte

O Metrópoles apurou que uma advogada, casada com um suspeito de ser “disciplina” do PCC, decidiu intervir a favor do rapaz durante a sentença. Ela propôs que o rapaz, em vez de ser morto, fosse reencaminhado para a clínica de reabilitação de onde havia saído. A “pena alternativa” acabou acatada pelo “júri” da facção.

Veja a matéria completa em:Metrópoles

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