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Ministro de Minas suspende leilão de terminal de etanol no Porto de Maceió

Com suspensão, procedimento considerado prejudicial para Alagoas será, agora, discutido de forma mais ampla

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, suspendeu, na tarde desta terça-feira (28), o leilão do Terminal de Etanol localizado no Porto de Maceió. O procedimento vinha sendo questionado pelo setor sucroalcooleiro de Alagoas. É que a venda do terminal poderia afetar a produção de etanol local, acarretando em desemprego. A informação, inclusive, já foi repassada por Coelho ao ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, o alagoano Maurício Quintella (PR), que havia alertado o colega sobre o risco da venda para o estado.

De acordo com Quintella, Coelho foi convencido a suspender o leilão que aconteceria no próximo dia 7. Ainda segundo o ministro dos Transportes, com a suspensão, não há prazo para que o terminal seja novamente posto em negociação.

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Com a eventual venda para o mercado externo, há o temor de que produtores americanos façam uso de um álcool considerado podre, elaborado à base de milho e altamente poluente. Isso porque a importação do líquido, junto aos Estados Unidos, não geraria empregos à população local, além da fuga ao pagamento de tributos.

"Agora, com a suspensão do leilão, teremos tempo para analisar o tema com todo o cuidado que ele requer. Sabemos que o terminal opera com ociosidade, mas não podemos permitir sua venda, que afetaria a cadeia de produção do etanol em Alagoas e no Nordeste", disse Quintella, acrescentando que, atualmente, a Transpetro opera, no Porto de Maceió, por meio de uma liminar, visto que o contrato para exploração do serviço já expirou.

Ainda de acordo com Quintella, após a suspensão, o Ministério dos Transportes vai avaliar também de que maneira o governo federal pode potencializar o uso do espaço, sem, com isso, prejudicar os produtores alagoanos. "Também era temerário permitir esta venda diante da decisão liminar que a Transpetro tem em mãos. Reforço o pensamento de que a suspensão acontece no momento correto. Vamos discutir e encontrar o melhor caminho", reforçou.

A informação sobre a venda e possível entrada de álcool "podre" pelo terminal do Porto de Maceió foi veiculada, inicialmente, pelo jornalista Cláudio Humberto, do portal Diário do Poder.

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