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Jogadores apontam evolução do Brasil na Liga das Nações

Atletas da seleção brasileira levam saldo positivo de passagem pelo Maracanãzinho, mas reconhecem necessidade de evoluir


				
					Jogadores apontam evolução do Brasil na Liga das Nações
Brasileiros comemoram na Liga das Nações masculina de vôlei. Maurício Val/FV Imagens/CBV

O Brasil encerrou a primeira etapa da Liga das Nações (VNL) masculina com duas vitórias e duas derrotas no Maracanãzinho. A seleção comandada por Bernardinho tem seis pontos, ocupa a oitava posição na tabela e, se a fase preliminar acabasse hoje, pegaria só a última vaga para as quartas de final. Mesmo assim, os jogadores apontaram evolução desde a estreia, contra Cuba.

– Fizemos boas partidas. Demos alguns passos para frente no crescimento como time, jogando juntos, nos entendendo melhor. Ainda temos muita coisa para corrigir, colocar em ordem. Foram vários altos e baixos, que acho normais para esse período de início de temporada de seleções. É difícil jogar todas as partidas de uma maneira regular, sem errar ou passar por dificuldades. Foi uma semana positiva – analisou o levantador Fernando Cachopa, que assumiu a titularidade na VNL.

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Os altos e baixos citados por Cachopa puderam ser observados dentro de uma mesma partida. Contra Argentina e Itália, os brasileiros começaram muito bem e deram a impressão de que deslanchariam. Logo depois, no entanto, viram o rendimento cair, e os jogos se estenderam por cinco sets. Diante da Sérvia, a vitória por 3 a 0 estava encaminhada, mas o time verde e amarelo se desconcentrou depois de reclamações com a arbitragem e cedeu uma parcial aos adversários.

Capitão do Brasil, Bruninho adotou discurso parecido com o de Cachopa. O experiente jogador, de 37 anos, elogiou o desempenho brasileiro, apesar de destacar a irregularidade em quadra:

– A equipe foi bem, crescendo, jogou uma boa partida contra a Itália. Ainda temos inconstância em certos momentos. Faz parte. Mas o time se portou bem, brigou. Agora é continuar nesse percurso, sabendo que precisamos de paciência para evoluir.

Os quatro jogos na primeira etapa da VNL tiveram um fator em comum: o Brasil enfrentou adversários que ainda buscam vagas olímpicas e precisavam vencer para somar pontos no ranking mundial. A seleção, por sua vez, não deixa a Liga das Nações de lado, mas já usa a competição como “laboratório” para Paris, como disse anteriormente o técnico Bernardinho.

– Foi uma semana bem pesada. Todos os times tinham que nos vencer. São equipes de nível muito alto. Obviamente, queremos ganhar, chegar (à fase final da VNL) na Polônia. Foram grandes partidas, e podemos aprender bastante, porque enfrentamos escolas diferentes também – avaliou o ponteiro Lucarelli, que ainda apontou o que deve ser mudado na seleção brasileira:

– Tivemos muitos momentos de oscilação. Jogamos bem em algumas horas. Em outras, acabamos cedendo pontos facilmente. Precisamos ligar o alerta e não permitir que isso aconteça. Dá para ter algumas melhorias no sistema defensivo também. Podemos evoluir em muitos aspectos.

Ao comentar os desafios enfrentados pela seleção brasileira no Rio de Janeiro, o levantador Cachopa valorizou a importância de encarar jogos difíceis.

– Os adversários tinham que estar em um nível alto, e isso nos obrigou a jogar assim também. Não adianta pegar um oponente fraco, sem tanta motivação. É mais interessante enfrentar esses times que lutam e querem vencer todas as partidas. Somos postos à prova.

Agora, o Brasil terá um período dedicado integralmente a treinos. A seleção só voltará a jogar pela Liga das Nações no dia 4 de junho, à 0h (de Brasília), contra a Alemanha. A partida acontecerá em Fukuoka, no Japão.

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