CRB nunca venceu o Operário Ferroviário jogando fora de casa

Para conseguir acesso, Galo precisa de vitória inédita, além de contar com tropeço do Avaí

Com uma semana longa até o jogo que pode definir o acesso do CRB, a cabeça do torcedor regatiano fica a todo vapor. Com isso, qualquer superstição é válida para afastar o azar. O Galo, porém, só conseguirá subir caso quebre um tabu inédito, que é vencer o Operário jogando no interior paranaense. Além disso, ainda tem que contar com um tropeço do Avaí.

Galo e Fantasma tiveram o primeiro confronto na história justamente em Ponta Grossa, na Série B de 2019, quando o time da casa conseguiu uma vitória por 2 a 1. No reencontro, em janeiro de 2021 (ainda pela temporada 2020), o CRB voltou ao Germano Krüger, e novamente acabou derrotado, dessa vez por 3 a 2.

Apesar dos poucos encontros na história, o Regatas pouco tem se dado bem quando encontra o Alvinegro. No total, são cinco confrontos, com duas vitórias do Operário, dois empates e apenas uma vitória do CRB, que aconteceu em 2020, por 4 a 1, jogando no Estádio Rei Pelé.

Nesta Série B, o time regatiano já viajou para o Paraná duas vezes, e saiu ileso. Primeiro, conseguiu um empate com o até então líder Coritiba, no Couto Pereira. Em seguida, venceu o Londrina, por 2 a 0, jogando no Estádio do Café. Por outro lado, quando o Operário recebeu o CSA no Germano Krüger, perdeu por 2 a 0.

Velhos conhecidos

Alguns atletas que hoje estão no Operário vão se sentir quase em casa quando enfrentarem o Galo, no próximo domingo (28). Isso porque três atletas do Alvinegro já tiveram passagens pelo clube alagoano. São eles: o zagueiro Rafael Bonfim e os meias Rafael Longuine e Marcelo Oliveira.

Bonfim passou pelo Galo em 2019, porém, foi bem discreto, já que deixou a equipe para jogar no futebol da Indonésia, especificamente no Kalteng Putra. No Operário, pouco atuou em 2021, com apenas seis partidas entre Copa do Brasil e Campeonato Paranaense.

Meia Rafael Longuine já passou pelo clube regatiano, em 2020 - Foto: Ailton Cruz

Já o experiente Marcelo Oliveira, meia de 33 anos, jogou no time alvirrubro em 2018, emprestado pelo Volta Redonda. Em seis partidas, não conseguiu uma sequência marcante. Diferente de Rafael Longuine, que em 2020 conseguiu cair nas graças da torcida, após ser emprestado pelo Santos.

Entretanto, o meia teve problemas com lesões e não conseguiu ter uma sequência muito agradável. Mesmo assim, com a camisa vermelha e branca, Longuine atuou em 11 partidas, marcando sete gols e dando uma assistência.