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Inflação acelera para 0,46% em maio com alta dos alimentos, diz IBGE

No ano, a inflação acumulada é de 2,27%; resultado veio acima das expectativas de analistas


				
					Inflação acelera para 0,46% em maio com alta dos alimentos, diz IBGE
Preços de serviços ainda são preocupantes na visão dos especialistas que acompanham a inflação do país. Foto: 11/01/2017REUTERS/Paulo Whitaker

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,46% em maio.

O resultado veio acima das expectativas de analistas consultados pela Reuters, que esperavam uma alta de 0,42% no período. No ano, a inflação acumulada é de 2,27% e, nos últimos 12 meses, de 3,93%.

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O grupo que mais pressionou o índice foi de alimentos e bebidas, que subiram 0,62% na comparação com abril, influenciados, sobretudo, pela alta dos tubérculos, raízes e legumes (6,33%).

Dentro deste grupo, o IBGE chama a atenção para a batata-inglesa, que registrou um aumento de 20,61%, sendo o maior impacto individual sobre o índice geral.

Além da batata-inglesa, a cebola (7,94%), o leite longa vida (5,36%) e o café moído (3,42%) também subiram em maio.

Outro destaque que influenciou no resultado geral foi o grupo de habitação (0,67%), com a alta da energia elétrica residencial (0,94%), o terceiro item de maior impacto individual sobre o índice geral.

Já a variação de saúde e cuidados pessoais (0,69%) foi a maior entre os nove grupos investigados pela pesquisa. No grupo dos transportes (0,44%), a passagem aérea registrou a primeira alta do ano (5,91%) e foi o quarto item individual de maior impacto na inflação do país.

Chuvas no Rio Grande do Sul

Com as enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul, a capital gaúcha, Porto Alegre, foi a área de abrangência investigada pela pesquisa com maior variação do IPCA em maio, segundo o IBGE.

“A situação de calamidade acabou afetando a alta dos preços de alguns produtos e serviços. Em maio, as principais altas foram da batata-inglesa (23,94%), do gás de botijão (7,39%) e da gasolina (1,80%)”, explica o gerente da pesquisa, André Almeida.

De acordo com o instituto, dos 16 locais pesquisados, apenas Goiânia (-0,06%) teve deflação. Esse resultado foi relacionado ao recuo de preços da gasolina (-3,61%) e do etanol (-6,57%) no município.

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