Anitta revela inspirações para criação de Boys Don’t Cry

Cantora também falou sobre a pressão pelo sucesso e a experiência de trabalhar com grandes nomes da indústria fonográfica mundial

Anitta lançou o single e o videoclipe de Boys Don’t Cry na última quinta-feira (28/1). A cantora inovou e trouxe uma estética puxada para o pop rock, com inspirações góticas tanto na música como no figurino e no cenário.

“Eu escutava muito Panic At The Disco e queria algo nessa vibe. Mostrei o que eu ouvia na época que era roqueira e logo gravei a música. Quando recebi com a minha voz e fui ouvindo, já ia se formando o clipe na minha cabeça”, conta a Anitta.

O videoclipe traz características diferentes das que foram apresentadas pela artista ao longo da carreira. Reproduzindo ideias do cinema, Anitta desenvolveu o conceito juntamente com Christian Breslauer, um dos grandes nomes da cinematografia mundial.

“Todas as inspirações dos meus trabalhos vêm de filmes e séries, não vejo clipes de outros cantores para não reproduzir parecido. Boys Don’t Cry tem a estética de Tim Burton, que eu amo. É dark, pop e meio funny”, explica.

A composição foi inspirada na independência feminina e no fato de alguns homens não conseguirem lidar com isso. A produção é assinada pelo sueco Max Martin, dos sucessos Baby One More Time, de Britney Spears, e Blinding Lights, do The Weeknd.

Apesar do estilo gótico estar entre as tendências da moda, Anitta afirma que não costuma olhar para as métricas dos seus lançamentos. Para ela, sucesso está relacionado com liberdade, autonomia e felicidade.

“Não penso em seguir tendências, gosto de fazer o que está me agradando. Estou fazendo sem olhar números e resultados, porque isso dá muita pressão. Sempre fui uma pessoa de escutar de tudo, sempre fui eclética. Nunca gostei de definições. A minha vida inteira eu ouvi um pouco de tudo, então porque não posso cantar um pouco de tudo?”, questiona.

Após conquistar o Brasil com suas músicas, a nova empreitada da cantora é se tornar um sucesso nos Estados Unidos. Entretanto, ela não tem pressa para que isso aconteça e trabalha gradativamente. “Se no Brasil demorou quatro anos para ter uma música que tomasse o país inteiro, não é aqui que eu vou querer que isso seja mais rápido”, conta.

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