Alagoas

‘Replantio’ de corais avança em Maceió com placas ecológicas produzidas com casca de sururu

Corais são replantados em Maceió com casca de sururu

Pesquisadores da Ufal e da Secretaria de Estado do Turismo avançam na recuperação de corais nativos em Maceió. O projeto utiliza placas ecológicas feitas com cascas de sururu, sem plástico, para ajudar na regeneração dos recifes.

FOTO: CORTESIA À GAZETA DE ALAGOAS

Cerca de 200 corais voltam aos recifes

Após passarem de três a seis meses em um berçário marinho na Piscina do Amor, cerca de 200 corais começaram a ser reintroduzidos nos recifes das praias de Ponta Verde e Pajuçara.

FOTO: CORTESIA À GAZETA DE ALAGOAS

Projeto monitora mais de 500 corais

O viveiro marinho acompanha mais de 500 exemplares. Pesquisadores também testam técnicas para acelerar a recuperação dos corais, incluindo a fixação de fragmentos vivos sobre esqueletos mortos.

FOTO: CORTESIA À GAZETA DE ALAGOAS

Aquecimento ameaça recifes em todo o mundo

Uma avaliação global da União Internacional para a Conservação da Natureza apontou que 96% das ecorregiões recifais analisadas enfrentam risco elevado de colapso. O aquecimento dos oceanos é uma das principais ameaças.

FOTO: @Ailton Cruz

Costa dos Corais está sob alerta máximo

No Brasil, cinco das oito ecorregiões recifais avaliadas foram classificadas como criticamente ameaçadas. Entre elas está a Costa dos Corais, em Alagoas, onde o estresse térmico provocou perdas de até 90% da cobertura de corais em pontos monitorados.

FOTO: Josué Seixas/Folhapress

Poluição e turismo desordenado agravam cenário

Além das mudanças climáticas, o descarte de esgoto sem tratamento, a sobrepesca, os resíduos e o turismo desordenado prejudicam a recuperação dos recifes. A degradação também ameaça a pesca artesanal e a proteção natural da costa contra a erosão.

FOTO: Luan Oliveira/ Gazeta de Alagoas

Projeto une restauração e turismo regenerativo

O Projeto Corais de Alagoas promove capacitações para jangadeiros e parcerias com operadoras de mergulho. A proposta é aproximar visitantes do trabalho científico e incentivar atividades turísticas que contribuam para a conservação marinha.

FOTO: CORTESIA À GAZETA DE ALAGOAS

Obrigado
por assistir!

Publicado em